Sábado (02-02-08)
Hoje, oficialmente, foi aberto o carnaval do Rio de Janeiro. O Rei Momo já é o dono da Cidade, e até a quarta de Cinzas estaremos no bloco mais próximo.
Acordei as sete da matina, tomei café mais q voada e fiquei esperando a Lu e a Keila. Assim q elas chegaram partimos pro ponto...Encontramos geral, mas será q alguém sabe qual ônibus pegar? Uhauhauhauhauha.
Chegamos no Centro, a galera em já cantarolava (se é q eu posso dizer q era isso!) “Qm não chora não mama, segura meu bem a chupeta, lugar quente é na cama ou então no Bola Preta”. Na maior animação, fomos andando em direção ao trio. Quanto mais perto do trio (ou seriam trios??) chegávamos, mais aglomerado aquele lugar ficava. E o pior de tudo é q não existia um fluxo, aquele vai e vem d pessoas, num empurra-empurra dos infernos, era óbvio q alguém ia terminar saindo dali passando mal. Não deu outra, a Elaine começou a sufocar, baixar pressão etc., a nossa sorte foi q o povo q tava em volta foi mt solidário, ao ouvirem q tinha gnt passando mal, foram logo abrindo caminho, dando garrafinha d’água entre outras coisas. Conseguimos sair do meio daquela algazarra, tomamos água tiramos fotos (o casal de gatos saltimbancos foi o melhor), comemos alguma coisa e fomos tentar achar um lugar pra se divertir.
Atravessando a Avenida Rio Branco, encontramos um carro de som de uma rádio (q eu ao faço a mínima qual seja) q havia parado a Rua México criando uma extensão do Bola preta. A diferença foi q no Bola era maior tumulto, já na México tinha espaço pra zoar. Saímos de lá por volta das 2 da tarde. No caminho paramos um pouco, tempo suficiente pro primeiro mico do carnaval acontecer. A Keilinha tava sentada em um banquinho de plástico de uma das vans de cachorro-quente. Eis q, o Alex resolve sentar no colo dela. O banco, claro, não agüentou e foram os dois parar no chão. Todos q estavam na esquina da Rua México com Araújo Porto Alegre caíram na gargalhada, inclusive um ambulante q estava em cima de um caminhão e gritava “o mico do carnaval, merece até uma Skol.” e uma moça q ajudava os dois a levantarem q dizia: mico foi feito pra ser pago, acontece nas melhores famílias.
Depois de muitas gargalhadas, fomos pro ponto. No ônibus, segundo mico, Alex levanta pra pegar um dinheiro pra Keila. Enquanto estava em pé, o ônibus freia fazendo o Alex parar longe. E a risada foi geral.
Logo começa uma “discussão” sobre times (Flamengo X Vasco). A Elaine começa dizendo q o Flamengo não tem casa pra jogar (fato q a Gávea é pequena, mas temos casa sim, só não comporta jogos), logo rebati q é melhor não ter estádio pra jogar e fazer bonito na casa dos outros, do que ter estádio e fazer feio na própria casa. Após um tempo a briguinha termina. Cada um soltou no seu ponto e marcamos de nos encontrar mais tarde.
Fui almoçar com os meus pais. Depois casa, banho e me arrumar pra ir a missa (missa sim! Não é pq está em pleno carnaval q não vou a missa). A missa foi ótima, em comemoração aos 50 anos de sacerdócio do Dom Geraldo, q nasceu e cresceu lá na Paróquia. Depois da missa, fui pra festinha da Tia Sônia.
Você pode estar pensando pq eu na primeira noite de carnaval estava indo comemorar o aniversário da minha tia? Certamente, se vc fez essa pergunta é pq, provavelmente, não conheça a tia Sônia e nem como pode ser um niver dela. Dançamos de td, de funk a forró, fizemos duelo, imitamos o DVD da Furacão (de de sainha) , ensinei passinhos (late, late, late q eu tô passando), colocamos fantasia e fantasiamos todo mundo q tava na festa. Depois de estar acabada fui pra casa.
Chegamos no Centro, a galera em já cantarolava (se é q eu posso dizer q era isso!) “Qm não chora não mama, segura meu bem a chupeta, lugar quente é na cama ou então no Bola Preta”. Na maior animação, fomos andando em direção ao trio. Quanto mais perto do trio (ou seriam trios??) chegávamos, mais aglomerado aquele lugar ficava. E o pior de tudo é q não existia um fluxo, aquele vai e vem d pessoas, num empurra-empurra dos infernos, era óbvio q alguém ia terminar saindo dali passando mal. Não deu outra, a Elaine começou a sufocar, baixar pressão etc., a nossa sorte foi q o povo q tava em volta foi mt solidário, ao ouvirem q tinha gnt passando mal, foram logo abrindo caminho, dando garrafinha d’água entre outras coisas. Conseguimos sair do meio daquela algazarra, tomamos água tiramos fotos (o casal de gatos saltimbancos foi o melhor), comemos alguma coisa e fomos tentar achar um lugar pra se divertir.
Atravessando a Avenida Rio Branco, encontramos um carro de som de uma rádio (q eu ao faço a mínima qual seja) q havia parado a Rua México criando uma extensão do Bola preta. A diferença foi q no Bola era maior tumulto, já na México tinha espaço pra zoar. Saímos de lá por volta das 2 da tarde. No caminho paramos um pouco, tempo suficiente pro primeiro mico do carnaval acontecer. A Keilinha tava sentada em um banquinho de plástico de uma das vans de cachorro-quente. Eis q, o Alex resolve sentar no colo dela. O banco, claro, não agüentou e foram os dois parar no chão. Todos q estavam na esquina da Rua México com Araújo Porto Alegre caíram na gargalhada, inclusive um ambulante q estava em cima de um caminhão e gritava “o mico do carnaval, merece até uma Skol.” e uma moça q ajudava os dois a levantarem q dizia: mico foi feito pra ser pago, acontece nas melhores famílias.
Depois de muitas gargalhadas, fomos pro ponto. No ônibus, segundo mico, Alex levanta pra pegar um dinheiro pra Keila. Enquanto estava em pé, o ônibus freia fazendo o Alex parar longe. E a risada foi geral.
Logo começa uma “discussão” sobre times (Flamengo X Vasco). A Elaine começa dizendo q o Flamengo não tem casa pra jogar (fato q a Gávea é pequena, mas temos casa sim, só não comporta jogos), logo rebati q é melhor não ter estádio pra jogar e fazer bonito na casa dos outros, do que ter estádio e fazer feio na própria casa. Após um tempo a briguinha termina. Cada um soltou no seu ponto e marcamos de nos encontrar mais tarde.
Fui almoçar com os meus pais. Depois casa, banho e me arrumar pra ir a missa (missa sim! Não é pq está em pleno carnaval q não vou a missa). A missa foi ótima, em comemoração aos 50 anos de sacerdócio do Dom Geraldo, q nasceu e cresceu lá na Paróquia. Depois da missa, fui pra festinha da Tia Sônia.
Você pode estar pensando pq eu na primeira noite de carnaval estava indo comemorar o aniversário da minha tia? Certamente, se vc fez essa pergunta é pq, provavelmente, não conheça a tia Sônia e nem como pode ser um niver dela. Dançamos de td, de funk a forró, fizemos duelo, imitamos o DVD da Furacão (de de sainha) , ensinei passinhos (late, late, late q eu tô passando), colocamos fantasia e fantasiamos todo mundo q tava na festa. Depois de estar acabada fui pra casa.
Afinal, esse foi apenas o primeiro dia!
Bjinhus*
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