O celular desperta às 6 da manhã. Olho pela janela, vejo um dia chuvoso. Mesmo assim, cumpro o combinado. Liguei pra acordar todo mundo. E por consenso, resolvemos não ir ao Cordão do Boitatá. Voltei a dormir. Acordei (agora de vez) as 10, o tempo continuava horroroso. Uma da tarde, a Elaine m liga com a célebre frase do Tio Jair: Se estudar e trabalhar se faz sob chuva, pq não pular carnaval? E liga pra todo mundo...
As 14:30, enfim, conseguimos sair!! Chegamos em Ipanema quase 4 da tarde.
A praça General Osório parecia mais a Torre de Babel. Era inglês pra um lado, francês pro outro, espanhol em outro e por aí foi. Acho q falar o bom e claro português por ali fazia vc se sentir um marciano (rs!). Da Praça pra Orla, pq o Simpatia é quase amor já tinha saído. Na praia já se encontrava gnt d td qnt é lugar pulando carnaval. Chegando mais perto do bloco já podia se ouvir o samba de 2008 do Simpatia “E se bater saudade é q virou verdade a nossa ilusão! (...) Simpatia é quase amor!”.
Vááááárias pessoas tirando fotos nossas (afinal, éramos um bonde vestido d havaianas e havaianos, fazendo uma zona só). A cada pessoa q passava com cara de estrangeiro e máquina na mão, a Keila e o Ryan (digo, Anderson) pediam uma foto e já faziam maior festa com os gringos. Racham! Uhauhahaha
O Bloco terminou no posto 10 de Ipanema. A maior parte da galera tava no esquema Samba, Suor e Cerveja. Pra acalmar os ânimos e refrescar o corpo nada melhor do q um bom mergulho no mar. E na areia, a caminho do mar, mais fotos.
A água tava mt gelada, mas msm assim todos entraram – menos eu. Da areia pude observar (e rir mt) da Keilinha sendo derrubada pela saia, o papo da galera com um dinamarquês (Do you understand? ... minutos depois... no! rs!) e geral morrendo de frio...
O pobre coitado do dinamarquês e sua esposa saco cheio do Ryan (Anderson) e da Keila. Toda vez q vinham apertar a mão da pobre dinamarquesa ela limpava (pq será?). Enfim... voltamos para o calçadão pra esperar o Empolga às 9.
Ainda no calçadão descobri q milagres acontecem. Tô eu conversando com o pessoal, qnd eu viro dei d cara com a minha prima. MelDeos, se a gnt tivesse marcado não tinha se encontrado num bloco tão grande. Fiquei ainda um pouco em uma rodinha de samba, e fomos para o posto 9 de onde saía o próximo bloco, mas até as 21:40 – hora q a gnt saiu de lá – nada do Empolga as 9.
Voltamos pra casa com a maior zona do ônibus (pra variar... rs!).
Pérola do dia: O q faz d uma mulher cachorra não é a quantidade de homens q ela sai, mas sim, o q ela faz com cada um deles.(Elaine Cristina).
Segunda (04-02-08)
Chovia demais, mas pra curtir a folia vale qq coisa. Mas, as únicas dispostas depois de um domingo de farra, era eu e a Elaine. E fomos nós duas, sob maior dilúvio, para Santa Tereza de onde sairiam o Songoro cosongo e o Aconteceu.
No caminho, ficamos achando q seriamos as únicas loucas a sair de casa d baixo d um temporal pra ir a um bloco, e se tivessem mais de 15 pessoas estaríamos no lucro. Chegamos no largo Curvelo por volta das 10 – hora em q sairia o Aconteceu – tinha maior galerão fantasiado (lucro nosso). O bloco na verdade saiu as 11 e não era o aconteceu, mas sim o de música latina songoro cosongo.
E sobe as ladeiras de Santa Tereza, parando o trânsito do local, com várias músicas latinas, das quais eu apenas conhecia uma (Tânânânânâ hei! Tânânânânâ hei!). Mas tirando o fato de não conhecer as letras e do excesso da marijuana, o bloco tava ótimo, com muita gente bonita e animada (msm com tanta chuva). Saímos de lá devia ser 13 :00, não fomos no Aconteceu. Chegando em casa, banho morno, chá quentinho e acabou minha segunda-feira. Pq pique pra sair eu já não tinha mais.
Até o próximo post!
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