Terça (05-02-08)
Acordei umas 9 hrs pra ir para casa da minha tia, afinal aniversário da família a gnt não deixa passar em branco msm sendo carnaval. Depois do almoço saí de lá, pois tinha marcado com a galera no ponto 13:30. Hj a gangue tava completa, Ryan, Henry, Keila, Lu, Rafa, Alex, Elaine, Suelen e eu.
Pegamos o ônibus rumo ao Largo do Machado. No caminho aquela zoação. Cantamos marchinha de carnaval e samba enredo. Enquanto a gnt cantava “Explode coração na maior felicidade, é lindo meu Salgueiro, contagiando e sacudindo essa cidade.” sobe um cara com um bumbo na mão, a gnt já tinha pandeiro, aí pedimos pro cara ir lá pro fundo. Mas, o cara era Portela, e a gnt cantando o samba do Salgueiro, queimou o nosso filme. Ficamos sem o bumbo. Mas a farra continuava só com o pandeiro mesmo. No nosso repertório ainda entrou Calypso, MC Creu, marchinha do Silvio Santos e váários flashback’s. Antes de descer rolou uma zoação com o cobrador: O Cobrador tá d parabéns, ele não se animou, mas não xingou ninguém!
O primeiro bloco (Largo do Machado, mas não largo do copo) saía as 2. Chegamos lá já eram quase 3, e nada do bloco. Andamos até a São Salvador pra ver o Bagunça meu coreto, tinha maior galera já esperando, mas a banda q era bom, nada. Ficamos na dúvida se íamos pro Cachorro cansado ou pra Banda de Ipanema. No caminho – e ainda na dúvida – encontramos um cara q era gringo, falando ao celular, o Ryan já tava ensaiando como chegar pra falar com o cara em inglês, qnd o gringo desliga o celular e solta: é difícil ser estrangeiro!(No bom e claro português)
É uma gargalhada geral, o cara apesar de gringo, era local e disse todos os blocos e horários de saída pra gnt. Oferecemos uma caipirinha, conversamos um pouco e fomos pra Banda de Ipanema.
No ônibus descobrimos que tinha quatro franceses, motivo de briga (mas deixa isso in off). Ao soltarmos, o Ryan foi logo se enturmando com eles. Sorte do Ryan q um deles falava um poquito de español, senão ele tava ferrado... uhauhauhauhauhauha. Ele apresentou geral aos franceses, rimos um pouco e nos despedimos.
Rumo a orla. Os meninos resolveram dar um tchibum, mas o mar tava de ressaca. Esperamos um pouco e fomos pro calçadão pq a Banda já tinha saído. Na mão da Vieira Souto em direção ao Leblon ia a Banda de Ipanema, já na pista em direção ao Arpoador vinha o Rio Maracatu. Pegamos um pedaço do Rio Maracatu, depois atravessamos a pista e fomos pra Banda. Era cada figura bizarra naquela Banda de Ipanema. Zuamos um pouco até dar a hora de irmos ao Centro da cidade. Na Cinelândia tinha aqueles palcos de carnaval de rua. Paramos ali por um tempo até q uma tal de Carminha (uma senhorinha com idade pra ser minha avó) é chamada pra subir ao palco. Ela começa a cantar (ou seria desafinar?) o hino dos times do Rio. Depois de cada um ouvir a tragédia q ela fez com cada um dos times, caminhamos pela Rio Branco. Paramos em uma parte da rua onde tava tocando funk ( de de sainha. Daquele jeito! ... Crééééu, créééééu, créééééééu ... Entre outros). Depois de todos se acabarem no funk, continuamos pela Rio Branco, até q o bloco Embaixadores da folia passa fazendo uma grande festa. Encontrei a Nana, a Renata, o Jhonny e o Marquinho por lá tbm, conversei um pouco com eles e continuei com a minha galera. Logo começava a pintar na avenida o cocar do Cacique de Ramos (um dos mais tradicionais blocos de rua do Rio), chegando mais perto tiramos foto no abre alas, zoamos a princesa do bloco q tinha celulite pra dar e vender, e tiramos foto com um dos caras do Grupo Fundo de Quintal(q a gnt cismou d chamar de Bira, e depois descobrimos q o nome dele não era esse. Racha!!! )Dali fomos pra ksa, pq ngm mais agüentava. Estávamos tds mortos.
Prometo q o próximo post é o último sobre o carnaval...Uhauhauhauahuhauha
Bjinhus*
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